28 de novembro de 2009

Características de um sistema inseguro

A segurança de sistemas existe por um conjunto de fatores. Engana-se quem pensa que somente por utilizar uma plataforma Unix ao invés de Windows está seguro. Ou que é só colocar um anti-vírus e um firewall na sua empresa que está tudo bem. A proporção do problema é bem maior. Geralmente os sistemas mais vulneráveis da rede possuem dois pontos em comum:

Administrador
O ponto chave e essencial para qualquer sistema de computador é o administrador. Ele é responsável por fazer com que tudo corra perfeitamente. Checa os dados, administra usuários, controla servidores, checa logs, tudo todos os dias. Acontece que a grande maioria dos administradores hoje não se preocupa com a segurança como deve. Logo terá problemas com o seu sistema, não importa qual seja. É como se fosse mãe e filho. Se uma mãe alimenta seu filho, cuida dos seus deveres de casa, compra roupas novas, dá brinquedos mas não é capaz de comprar um seguro de vida, ou pior, zela tão pouco pela segurança dele que ao sair de casa deixa as portas ou janelas abertas. Essa não pode ser uma boa mãe. Mesmo que uma rede utilize um sistema operacional que contenha muitas falhas, os bons administradores todo dia estarão checando por falhas descobertas e corrigindo-as. Já os outros provavelmente vão ficar em algum chat comendo sanduíches.

Sistemas operacionais
Como eu disse anteriormente, não há realmente um sistema que seja melhor que o outro. Existem vantagens e desvantagens de cada um. Tudo bem que alguns possuem erros muitos grandes, mas podem facilmente ser corrigidos. A intenção do sistema também importa. Não adianta ter uma rede e utilizar Windows 98 ou ME. Os recursos de segurança deles são muito escassos, pois foram feitos para o usuário comum e não para o ambiente empresarial. Não adianta também instalar o Digital Unix, FreeBSD ou AIX se o seu administrador só possui experiência em Lantastic. O sistema também vai depender do tipo de rede que você terá. Se você terá um servidor Web ou algum tipo de acesso externo, seria melhor utilizar o Linux ou o Windows NT. Se for uma rede interna somente, utilize Novell Netware, que ainda não fez a sua história quanto à Internet, mas ainda é insuperável nas redes locais.

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27 de novembro de 2009

O que é a ABNT NBR ISO 9001?

A ABNT NBR ISO 9001 é a versão brasileira da norma internacional ISO 9001 que estabelece requisitos para o Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) de uma organização, não significando, necessariamente, conformidade de produto às suas respectivas especificações. O objetivo da ABNT NBR ISO 9001 é lhe prover confiança de que o seu fornecedor poderá fornecer, de forma consistente e repetitiva, bens e serviços de acordo com o que você especificou.
A ABNT NBR ISO 9001 não especifica requisitos para bens ou serviços os quais você está comprando. Isto cabe a você definir, tornando claras as suas próprias necessidades e expectativas para o produto. Sua especificação pode se dar através da referência a uma norma ou regulamento, ou mesmo a um catálogo, bem como a anexação de um projeto, folha de dados,
etc.

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26 de novembro de 2009

Lixo eletrônico: o outro lado da Era da Tecnologia

O avanço tecnológico vem de forma crescente agregando agilidade nos processos cotidianos, melhorando a qualidade de vida do ser humano, porém as novidades tecnológicas motivam as pessoas a classificarem seus aparelhos como desatualizados. No entanto, a aquisição e a forma incorreta e/ou inconsciente de descartes destes aparelhos eletroeletrônicos causam danos ao meio ambiente e aos seres humanos, pois parte destes possui materiais tóxicos.



Algumas iniciativas estão sendo tomadas, porém a omissão da legislação brasileira em relação à regulamentação para o correto descarte da produção dessa nova modalidade de lixo vem contribuindo para a degradação do meio ambiente, mas no Brasil, não há legislação nacional que define critérios para a reciclagem e o tratamento de resídios eletrônicos. Para o Estado de São Paulo foi publicado em julho de 2009 a Lei 13.576 que institui normas e procedimentos para a reciclagem, gerenciamento e destinação final de lixo tecnológico.


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25 de novembro de 2009

O Que fazem os Antivírus?

Os sistemas de antivírus realizam basicamente 3 funções: detectar, identificar e remover vírus. A detecção é feita de forma pró-ativa, ativa e reativa. Isto é, um vírus é detectado antes de ser executado, durante a execução e após a execução. Existem 3 categorias de detecção:
  • Detecção estática – examina executáveis sem executá-los. Podem ser usados para detectar código infectado antes deste ser introduzido no sistema;
  • Detecção por interceptação – para se propagar, um vírus deve infectar outros programas que servirão de hospedeiros. Alguns sistemas de detecção servem para interceptar a execução destes tipos de atividades. As ferramentas que fazem este tipo de detecção interrompem a execução de programas infectados assim que o vírus tenta se replicar ou se tornar residente;
  • Detecção de modificação – todos os vírus causam modificação de executáveis em seu processo de replicação. Como conseqüência, a presença de vírus pode ser detectada através de busca de modificações não esperadas em arquivos executáveis. Este processo também é chamado de teste de integridade. Cabe ressaltar que este tipo de detecção só funciona após o executável infectado ter sido introduzido no sistema e o vírus já tiver sido replicado.
Ferramentas de identificação são usadas para identificar quais vírus infectaram um executável específico. Isto permite ao usuário obter informação adicional sobre o vírus. Esta é uma prática útil, uma vez que ela pode fornecer indícios sobre outros tipos de danos. Ferramentas de remoção tentam restaurar de modo eficiente o sistema para o seu estado não infectado através da remoção do código que contém o vírus que está anexado ao arquivo executado. Em muitos casos, uma vez que o vírus foi detectado, ele é encontrado em vários executáveis em um mesmo sistema. Existem no mercado vários produtos antivírus usando as técnicas descritas acima. Estes produtos podem fazer atualizações automáticas à medida que a base de vírus é incrementada com novas descobertas (novos vírus ou novas variantes). A aquisição do antivírus correto é extremamente crítica para uma organização.

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24 de novembro de 2009

O Que são Vírus?

O que comumente chamamos de vírus são pequenos programas que, por definição, não funcionam por si só sendo criados para infectar um arquivo executável ou arquivos que utilizam macros, ou seja, ficam geralmente escondidos dentro da série de comandos de um programa maior, e possuem instruções para parasitar e criar cópias de si mesmo de forma autônoma e sem autorização específica (e, em geral, sem o conhecimento) do usuário para isso, através do acesso ao seu catálogo de endereços, sendo, portanto, autoreplicantes.
Além da característa auto-replicante, podem causar muitos problemas ao computador, podendo, por exemplo, diminuir o desempenho do sistema, alterar ou deletar determinados arquivos, mostrar mensagens, formatar drives, tornar o computador acessível à distância. Além disso, determinados tipos podem começar a agir a partir de eventos ou condições que seu criador pré-estipulou tais como quando atingir uma determinada data do calendário, ou depois que um determinado programa rodou um número específico de vezes, ou através de um comando específico, entre outros. Existem muitos tipos diferentes de vírus auto-replicantes e todos os dias são lançados pelo menos 25 novos vírus de macro, cada vez mais sofisticados e prejudiciais. Para infectar uma máquina, um vírus pode ser repassado através de documentos, programas, disquetes, arquivos de sistemas, entre outros, previamente infectados. Arquivos executáveis, tais como os de extensão: .exe, .bat e .com, geralmente são os alvos preferidos para transmissão, por isso, deve-se evitar envia-los ou recebê-los. Alguns tipos de vírus:
  • Vírus de Programa;
  • Vírus de Macro;
  • Vírus Multipartite;
  • Vírus Stealth;
  • Vírus Polimórficos;
  • Vírus de Boot;

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