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9 de dezembro de 2009

Oscar da web nomeia dez maiores momentos da internet

Veja a lista dos 10 momentos mais influentes da internet na década:

1 - O site de classificados Craigslist se expande para além da cidade de San Francisco, nos Estados Unidos, em 2000, influenciando jornais em toda parte.

2 - Google lança o AdWords, em 2000, permitindo que anunciantes direcionem anúncios com extrema precisão.

3 - A enciclopédia aberta Wikipedia é lançada, em 2001; hoje, tem 14 milhões de artigos em 271 idiomas diferentes.

4 - O fechamento do Napster, em 2001, abre as portas a múltiplos serviços de troca de arquivos.

5 - A oferta pública inicial de ações do Google, em 2004, que colocou o serviço de buscas no caminho para influenciar incontáveis aspectos de nossas vidas cotidianas.

6 - A revolução do vídeo on-line em 2006, e seu boom de conteúdo caseiro e profissional na internet, mudando a cultura pop e a política.

7 - Facebook passa a aceitar usuários não universitários e Twitter decola, em 2006.

8 - Lançamento do iPhone, em 2007, faz dos celulares inteligentes mais que produtos de luxo, disponibilizando um aplicativo para quase todo aspecto da vida moderna.

9 - A campanha presidencial norte-americana de 2008, na qual a internet mudou todos os aspectos da condução de uma campanha eleitoral.

10 - Os protestos iranianos depois da eleição presidencial deste ano, quando o Twitter se provou vital para organizar manifestações e como veículo de protesto.

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23 de novembro de 2009

Internet via rede elétrica

          A Internet via rede elétrica poderá favorecer a inclusão digital, reduzir as contas de energia e ampliar competitividade das empresas que prestam serviços de Internet. Mas a regulamentação do Power Line Comunications (PLC), nome dado à transmissão de dados digitais pela malha de distribuição, pode não estar formulada de modo a garantir que todos os resultados previstos sejam alcançados. Dentre as discussões, a principal questão levantada pelos agentes do setor é que justamente às regras de acesso a este mercado podem limitar o interesse das distribuidoras de energia em disponibilizar sua rede para oferecer o serviço. A Resolução Normativa nº 375/2009 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de 25 de agosto deste ano, estabelece as diretrizes para o uso compartilhado da rede elétrica com a transmissão de dados. A regulamentação organiza a forma como as 64 distribuidoras de energia do país podem disponibilizar sua rede para o serviço de Internet. Contribuir para a modicidade tarifária e a democratização do acesso ao mundo digital são as bases motivadoras do novo modelo regulatório, explica o assessor da Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição da Aneel, Carlos Alberto Mattar. O serviço público com maior cobertura no país é a rede elétrica e sua capilaridade permitiria acesso à Internet superior às demais tecnologias. Atualmente, 95% do território nacional é provido de rede de distribuição, devendo passar para 100% até o fim de 2010, com o programa de eletrificação rural Luz para Todos.
          Discussões - A medida pode ser vista por dois prismas, na consideração do presidente da Associação de Empresas Proprietárias de Infraestrutura e de Sistemas Privados de Telecomunicações (APTEL), Pedro Jatobá: Pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), do ponto de vista de reconhecer a tecnologia como forma viável de transmissão de dados e pela Aneel, como metodologia para permitir o uso da infraestrutura. Mas reconhece que o fato de a empresa de energia não poder usar a própria rede, está gerando muitos questionamentos. Enquanto a Anatel regulamentou o uso do serviço de Telecomunicação, a Aneel tratou de regularizar a forma como a distribuidora de energia irá compartilhar a sua rede. Conforme regras do setor elétrico, a empresa de distribuição não está autorizada a efetuar o serviço, devendo para isso, criar uma subsidiária para atuar na área de telecomunicações. Pelo setor elétrico, a iniciativa somaria pontos ao contribuir com a modicidade tarifária, ou seja, descontando nas contas de energia do consumidor comum o abatimento de parte do lucro. Segundo Mattar, dos recursos que a distribuidora de energia obtiver, com o aluguel de sua rede, 90% devem ser usados para reduzir as tarifas de energia. Mattar explica que até o momento não é possível projetar uma redução nas tarifas de energia que o uso do PLC deverá proporcionar, tampouco projetar a expansão real deste mercado. Esses dados serão colhidos e mensurados no 3º ciclo de revisão tarifária, que começa em abril de 2011, onde as empresas que disponibilizarem o serviço apresentarão os percentuais abatidos.
          A projeção de queda nas tarifas de energia é menos otimista para o coordenador do programa de PLC da Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel), Orlando César de Oliveira. Ele exemplifica com demais empresas de telefonia e TV a cabo, que passaram a oferecer o serviço de Internet banda larga, mas não resultou em redução das tarifas do serviço nas contas do serviço base. Ele ainda sinaliza para o fato de a distribuidora de energia não poder usar o seu serviço, devendo concorrer com demais players interessados no aluguel da rede, que ocorrerá na forma de leilão onde a empresa que oferecer o maior lance, ganha. “Se a própria Copel Telecom quiser oferecer o serviço, deverá pagar a sua distribuidora pelo uso da rede da Copel?”, indaga. A distribuidora de energia só pode fazer uso do PLC no próprio serviço de distribuição – como telemedição corte e ligamento à distância, entre outros -, projetos experimentais, científicos ou de cunho social. O presidente da APTEL considera que o percentual de retorno financeiro e o fato da empresa distribuidora não ter acesso ao uso de sua própria rede, pode gerar um desestímulo às distribuidoras de energia, que poderão resguardar sua rede para uso próprio. Ele argumenta que a regulamentação em si é um avanço em relação ao país não ter nenhuma ação relativa ao PLC, mas para a expansão da tecnologia, ela não será favorável. Oliveira ressalta que à época da expansão da fibra ótica, que criou oportunidades para empresas de todo mundo, ainda nos anos 90, foi pouco aproveitado pelo mercado brasileiro, mesmo não havendo nenhuma regra de impedimento. Se o PLC possui regras que dificultam a ação das distribuidoras, certamente a aderência será menor.
          De acordo com a diretora-geral das empresas de telecom do Grupo AES no Brasil, Teresa Vernaglia, o método realmente traz vantagens, como a facilidade de instalação, banda simétrica – mesma velocidade para upload e dowload -, e mobilidade, já que o usuário pode usar em qualquer tomada da residência. Ela acredita que mercado de banda larga é sabiamente crescente no Brasil e o PLC deverá ser mais uma alternativa tecnológica para esse crescimento. Concorrência - A Aneel informa em seu hotsite sobre o PLC que a tecnologia também deverá resultar em uma queda no preço do serviço de Internet, pois será mais uma opção de se obter o serviço, ampliando a competitividade do setor. A agência não terá nenhuma responsabilidade em relação a formação de preços nesse mercado, assegurou Mattar, o que deverá ser definido entre a empresa e o cliente. Como na concorrência pelo aluguel da rede, ganha quem der o maior lance, Oliveira alerta para a possibilidade de as empresas que já dominam o mercado de Internet no Brasil oferecerem os maiores prêmios, somente para não perder espaço para outros concorrentes. Outra possibilidade é do lance elevado ser repassado para o consumidor final, onerando a tarifa e inviabilizando a expansão do PLC. Sobre esse aspecto, Jatobá considera que deverá prevalecer a estrutura de concorrência do mercado. Se a empresa oferecer um serviço de Internet caro, certamente perderá espaço para os concorrentes e seu serviço ficará inviável. “Se as empresas não podem usar a própria infra-estrutura, deverão resguardar para uso próprio”. Modelo – De acordo com Oliveira, a metodologia aplicada para o PLC no Brasil, difere dos moldes feitos no resto do mundo, onde é mais comum encontrar sistemas públicos, tanto na distribuição de energia quanto da telefonia, o que realmente gera uma maior competitividade e queda de preços.

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15 de novembro de 2009

Entenda o que é a Web 2.0

O termo Web 2.0 é utilizado para descrever a segunda geração da World Wide Web --tendência que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. A idéia é que o ambiente on-line se torne mais dinâmico e que os usuários colaborem para a organização de conteúdo. Dentro deste contexto se encaixa a enciclopédia Wikipedia, cujas informações são disponibilizadas e editadas pelos próprios internautas. Também entra nesta definição a oferta de diversos serviços on-line, todos interligados, como oferecido pelo Windows Live. Esta página da Microsoft, ainda em versão de testes, integra ferramenta de busca, de e-mail, comunicador instantâneo e programas de segurança, entre outros. Muitos consideram toda a divulgação em torno da Web 2.0 um golpe de marketing. Como o universo digital sempre apresentou interatividade, o reforço desta característica seria um movimento natural e, por isso, não daria à tendência o título de "a segunda geração". Polêmicas à parte, o número de sites e serviços que exploram esta tendência vem crescendo e ganhando cada vez mais adeptos.

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31 de outubro de 2009

A internet e o relacionamento digital

A internet faz parte da vida das pessoas e das empresas cada vez mais e afeta o consumo e os relacionamentos. Praticamente todos os veículos de comunicação tratam desse assunto, tornando impossível qualquer alienação. Para as empresas e também para os políticos, fica evidente que não é uma opção; afinal, a decisão já foi tomada! O empresário ou político – falando em eleições - que ignorar esse público de mais de 60 milhões de brasileiros conectados corre o risco de deixar de existir em breve. Lembro que essa massa on-line é maior do que a população de muitos países, como França e Espanha, e é o dobro da população do Canadá!
Essa “massa” está constantemente navegando, se informando, se comunicando, comparando preços e comprando. E falando em compras, apenas em 2009 a previsão de faturamento do e-commerce é de R$ 10,8 bilhões!
Hoje o relacionamento empresa-cliente passa obrigatoriamente pela web, seja para busca de informações de produtos e serviços, seja simplesmente para manifestar sua opinião sobre uma empresa. Hoje, internautas frequentam comunidades como Twitter, Orkut, YouTube e Facebook, nas quais têm o domínio da situação, produzindo e disseminando vídeos e e-mails com consequências, pois um simples post em sua página pode influenciar automaticamente milhares de pessoas.

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10 de outubro de 2009

A Tecnologia ADSL

ADSL é a abreviatura de Asymmetric Digital Subscriber Line.
O termo ADSL foi criado em 1989 e não se refere a nenhum tipo de linha telefônica, ADSL refere-se ao tipo de tecnologia do modem que converte o sinal padrão do fio de telefone analógico ou digital em um canal digital de alta velocidade. Os modems ADSL são chamados assimétricos porque eles transmitem dados em velocidades bem menores do que recebem. Os sistemas de transmissão de dados em modo ADSL atingem velocidades altíssimas se comparados aos sistemas de transmissão de dados que existiam há algum tempo. O modem com tecnologia ADSL permite transmissões de mais de 6 Mbps, já existem transmissões com 9 Mbps de download para qualquer assinante, e chegando à 640 kbps para upload, essas taxas ampliam a capacidade de acesso existente para um fator de 50 ou mais sem a utilização de um novo cabeamento público.
Com a aplicação da tecnologia ADSL foi possível transformar a cadeia de informação pública que já existia e que era limitada a voz, texto e gráficos de baixa resolução para um sistema de transmissão e recepção de dados muito poderoso, pois é capaz de transmitir e receber multimídia, videoconferência, enfim, qualquer tipo dados digitais para ambientes residenciais e corporativos.
O surgimento da tecnologia ADSL representa um papel muito importante na revolução da entrada em novos mercados por parte das companhias telefônicas, onde a transmissão de informação em vídeo e formatos multimídia se tornu um meio de prestação de serviços de comunicação de dados para usuários comuns. Um novo sistema de cabeamento levaria décadas para atingir todos os interessados, e o sucesso dos serviços do ADSL iria depender do alcance de todos os assinantes durante os primeiros anos de sua implementação. Atualmente disponibilizando filmes, televisão, catálogos vídeos, CD-ROMs remotos, LANs incorporadas, e a Internet nas casas e nos negócios grandes e pequenos, o ADSL torna o mercado de comunicação de dados viável e lucrativo para companhias de telefone e provedores de aplicações parecidas, é claro que os consumidores que tem necessidade de transmissão e recepção de dados, mesmo que em pequenas quantidades também ficam satisfeitos.

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