31 de outubro de 2009

A internet e o relacionamento digital

A internet faz parte da vida das pessoas e das empresas cada vez mais e afeta o consumo e os relacionamentos. Praticamente todos os veículos de comunicação tratam desse assunto, tornando impossível qualquer alienação. Para as empresas e também para os políticos, fica evidente que não é uma opção; afinal, a decisão já foi tomada! O empresário ou político – falando em eleições - que ignorar esse público de mais de 60 milhões de brasileiros conectados corre o risco de deixar de existir em breve. Lembro que essa massa on-line é maior do que a população de muitos países, como França e Espanha, e é o dobro da população do Canadá!
Essa “massa” está constantemente navegando, se informando, se comunicando, comparando preços e comprando. E falando em compras, apenas em 2009 a previsão de faturamento do e-commerce é de R$ 10,8 bilhões!
Hoje o relacionamento empresa-cliente passa obrigatoriamente pela web, seja para busca de informações de produtos e serviços, seja simplesmente para manifestar sua opinião sobre uma empresa. Hoje, internautas frequentam comunidades como Twitter, Orkut, YouTube e Facebook, nas quais têm o domínio da situação, produzindo e disseminando vídeos e e-mails com consequências, pois um simples post em sua página pode influenciar automaticamente milhares de pessoas.

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30 de outubro de 2009

Trojan ou Cavalos de Tróia

Trojans ou Cavalos de Tróia são programas executáveis que transformam seu micro em um terminal de Internet aberto. Estes programas eliminam as proteções que impedem a transferência de informações, ou seja, abrem uma porta de comunicação (backdoor) não monitorada. Um programa de cavalo de tróia funciona como um servidor de rede (Server) e tem um outro programa comparsa, que funciona como cliente (CLIENT). O server fica no seu computador e o client fica no computador do cracker (é o termo usado para designar quem quebra um sistema de segurança, de forma ilegal ou sem ética). Se ambos estiverem na internet, o cracker pode estabelecer uma conexão direta (cliente-servidor), não monitorada e imperceptível com o Server (você) por meio de uma backdoor. Uma backdoor (cuja tradução literal é porta de trás) é apenas um canal de  comunicação identificado por um número. As formas mais comuns de receber trojans são por meio de e-mails (com executáveis ou arquivos camuflados) e por meio de outros programas, geralmente jogos.

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29 de outubro de 2009

Mais banda larga para os brasileiros

O número de conexões à internet banda larga cresceu 16% entre janeiro e junho, em comparação ao semestre anterior. De acordo com a 12ª edição do Barômetro Cisco da Banda Larga, feita a cada seis meses com o IDC, o País encerrou o mês de junho com 13,6 milhões de pontos de acesso rápido à web.
No período, houve o acréscimo de 1,13 milhão de conexões fixas e em 680 mil de acessos móveis. Dessa forma, faltam apenas 1,3 milhão de conexões para o Brasil alcançar a meta de 15 milhões de pontos estimada pela Cisco para 2010. O levantamento aponta que os fatores principais que motivaram o crescimento foram popularização dos computadores domésticos, a desoneração de tributos sobre esse item e a percepção de que a banda larga se trata de um serviço essencial.
“Mercados emergentes, como o Brasil, tendem a se tornar mais competitivos e expandir seu PIB se investirem em infraestrutura tecnológica, não como uma alternativa, mas como o alicerce para programas de desenvolvimento econômico e social”, observa Rodrigo Abreu, presidente da Cisco do Brasil.
“O aumento na penetração de banda larga para regiões hoje sem cobertura fomentará uma nova economia, estimulando assim a geração de empregos e a inclusão social”, ressalta.
A penetração por cada 100 habitantes passou de 5,16% para 5,8%, sendo que o estado de São Paulo é onde há mais pessoas com banda larga (11%). São Paulo também lidera no quesito “acessos residenciais”, com 33% de penetração, índice comparável ao de países como Polônia, Hungria e Portugal. A média nacional é de 17,85%.
O acesso em residências cresceu 5% em relação a dezembro, chegando a 76,6% das conexões, contra 23,4% do setor corporativo, destacando o apelo desta modalidade para o uso pessoal.

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28 de outubro de 2009

O Valor do Comércio Eletrônico

Para compreender o valor do comércio eletrônico, é preciso compará-lo com as formas de transações comerciais tradicionais e verificar como ele pode transformálas. A compreensão das possibilidades e limitações do comércio eletrônico ajuda a encontrar meios de melhorar a qualidade de um serviço ou de se desenvolverem mercados de outra forma inacessíveis. O comércio eletrônico também abre novas possibilidades de negócios que seriam impensáveis anteriormente.
Imaginar que o comércio eletrônico se restringe unicamente à venda direta de informações, serviços e  produtos estreita a visão do impacto potencial sobre os negócios que a utilização comercial da Web pode oferecer a uma organização. Apesar da venda direta ser certamente a primeira forma de se pensar a obtenção de lucros numa relação entre consumidor-vendedor, a utilização da Web como veículo para o comércio eletrônico permite visualizar uma série de outras formas de adicionar valor a um negócio. A visão do comércio eletrônico, como qualquer tipo de apoio de transações comerciais por meio do uso de infra-estrutura digital, tem a vantagem de englobar uma gama variada de utilizações da Web para favorecer ou incentivar transações comerciais.
Assim, o comércio eletrônico pode funcionar como instrumento de promoção (pré-venda), como novo canal de vendas de fato ou de atendimento ao cliente (pós-venda). Pode gerar economia na realização de transações e redução do ciclo de desenvolvimento dos produtos; a sua implementação deve promover um aprendizado organizacional e tecnológico indispensável para a sua aplicação efetiva. Além disso, se acredita que o comércio eletrônico ainda propicia o desenvolvimento de novos produtos e mesmo de novos modelos de negócio.

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27 de outubro de 2009

Comércio Eletrônico ou E-Commerce


O comércio eletrônico identifica o uso intensivo de Tecnologia da Informação na mediação das relações entre consumidores e fornecedores. Para a melhor compreensão das vantagens e riscos do comércio eletrônico, no entanto, é útil a sua divisão em dois blocos principais. O primeiro bloco indica as atividades relativas a transações entre empresas que compram e vendem produtos entre si. Este grupo se caracteriza por um número relativamente baixo de transações de alto valor financeiro. O segundo bloco, das transações entre empresas e consumidores finais, se caracteriza por alto volume relativo de transações com baixo valor financeiro envolvido em cada uma delas.
Nas transações empresa-empresa, o Electronic Data Interchange (EDI) é o exemplo mais conhecido (Sokol, 1989). Apesar de já existir há algumas décadas, o EDI também está sendo afetado pela expansão da Internet. Algumas experiências de utilização de EDI baseado na Internet têm sido estudadas com o objetivo de expandir as possibilidades desse tipo de tecnologia.Na comparação da Internet com as outras alternativas de EDI, as questões custo e segurança são as mais ponderadas. O custo de implantação de EDI pela Internet é baixo, enquanto o das redes privadas é alto. Para se ter uma comparação, num estudo feito no Bank of America pôde ser observado que uma transação feita pela Internet chega a ser entre duas e três ordens de grandeza menor do que a mesma transação feita por uma VAN.  Em compensação, em termos de segurança, o uso de EDI pela Internet não tem ainda os mesmos níveis de confiança dos usuários que têm as redes privadas.
Se numa rede privada existe alto grau de controle das informações que nela trafegam, na Internet a situação é um tanto diferente. Apesar disso, o crescente interesse comercial na Internet começa a influenciar o desenvolvimento de recursos para aumentar a confiabilidade e o grau de controle sobre as informações em trânsito, tais como tempo para entrega e priorização de mensagens. Além de encriptação, outros dispositivos de segurança, como firewalls para controlar o acesso físico à rede, podem ser acrescentados ao sistema de EDI pela Internet. Para garantir todo o processo quanto a falhas humanas e naturais, os pontos de maior possibilidade de falhas podem adotar sistemas de redundânci.

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26 de outubro de 2009

Quem faz o software livre?

A resposta para essa pergunta é bem simples: Você! Contribuindo com código fonte, engajando em projetos de softwares existente, reportando bugs de programas, repassando o conhecimento adquirido, ajudando outras pessoas por meios diversos, chat, eventos ou mesmo um bate-papo na rua difundindo a cultura do software livre, você também pode engajar em uma comunidade ou diretamente em um PSL (Projeto Software Livre) que tem como fundamento principal integrar as comunidades de software livre, usuários, empresas que apóiam a iniciativa, e pessoas interessadas, unindo essas pessoas para fazer ações coletivas.
Busque informações através da rede e comece a participar de comunidades, grupos de usuários, coletivos, listas de discussão etc. e passe a interagir  com quem você tem mais afinidade.

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25 de outubro de 2009

O que é o sistema GNU / Linux?

Em 1989 um estudante finlandês chamado Linus Torvalds inicia um processo pessoal de aprimoramento do Kernel do Minix, um sistema operacional do tipo Unix escrito por Andrew Tannenbaum, chamando esta vertente de Linux como abreviação de Linus´s Minix. O que parecia um projeto acadêmico foi tomando novos ares e Linus passou a perceber as possibilidades que aquilo poderia trazer assim como suas possíveis proporções, então depois de um certo tempo de trabalho, Linus lança a seguinte mensagem na internet:

"Você sente saudade dos bons dias do minix-1.1, quando homens eram homens e escreviam seus próprios device drivers? Você está sem um bom projeto e morrendo de vontade de colocar as mãos em um sistema operacional o qual possa modificar de acordo com suas necessidades? Você acha frustrante quando tudo funciona bem no Minix? Sem mais noites em claro para fazer com que um programa funcione? Então esta mensagem pode ser exatamente para você. :-)

Esta mensagem chama a atenção de muitas pessoas, entre elas programadores, analistas ou até mesmo entusiastas do movimento de Software Livre ou GNU. Logo essas pessoas passaram a entrar em contato com Linus e então um grande time de desenvolvimento formou-se em cima do que hoje chamamos de GNU / Linux. Com pessoas espalhadas pelo mundo inteiro trabalhando em cima do mesmo objetivo, não fica difícil imaginar porque o GNU / Linux passou a ser tão estável, seguro e maduro como sistema operacional. Finalmente em 1991 Linus lança a primeira versão oficial do Linux, juntando-se mais tarde, em 1992, ao projeto GNU de Richard Stallman com o objetivo de produzir o sistema operacional completo como o conhecemos hoje.

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24 de outubro de 2009

De onde vem o conceito de Software Livre?

Diante de nossa atual situação tecnológica seria impossível falarmos de GNU / Linux sem antes entendermos o que é Software Livre ou de onde surgiu essa filosofia.Durante muito tempo a tecnologia vem se desenvolvendo e tornando-se cada vez maisnecessária para os dias atuais. Para tal evolução, pessoas do mundo inteiro, chamadasprogramadores, contribuíram de forma significativa criando programas ou softwares paracustomizar o funcionamento dos computadores. Em boa parte desta evolução, ao precisar de algo que outro já criou, o programador receberia prontamente deste outro para assim poder fazer suas devidas mudanças ou mesmo aperfeiçoamentos poupando-lhe esforço e tempo. O autor original como agradecimento recebia seu programa melhorado. Porque refazer o que já foi feito antes? Desta forma se dava a troca de informações e conhecimento entre a comunidade comoum todo até que uma outra idéia surgiu: Fechar o código fonte e ganhar dinheiro em cima disso.
Foi nesta época que o conhecimento passou a deixar de ser livre passando a ter um dono e uma patente em cima do mesmo. Sendo vendido em caixas com a permissão para instalação em apenas uma máquina limitando-se ao uso técnico sem poder estudar aquela tecnologia a fundo ou repassar para outros interessados. Aí mostrava-se o limite da tecnologia como uma linha que não se podia ultrapassar, já que você não mais poderia aperfeiçoar um software adaptando-o às suas necessidades por não mais ter acesso ao código fonte do mesmo. O conhecimento passou a ser então manipulado e controlado criando uma enorme
dependência tecnológica. Em meados de 1983-1984 o programador americano Richard Stallman percebeu que o senso de união e integração estava perdendo espaço para um senso de egoísmo e monopólio passando assim a iniciar um movimento ativista criando assim o Projeto GNU em 1985 defendendo a idéia do Software Livre. Por que refazer todo um programa quando você tinha programas parecidos com o que você queria desenvolver? Por que não ajudar em um programa que você achava que estava rodando lento e que possivelmente saberia como deixalo mais rápido contribuindo assim para o seu código fonte? Essas perguntas não faziam sentido para o Richard, e por essas e outras ele começou este projeto, que de tão óbvio que era, rapidamente caiu na simpatia de toda a comunidade. A partir daí milhares de pessoas espalhadas pelo mundo inteiro uniram-se a ele nessa luta de forma a mostrar à todos que o compartilhamento da informação é fundamental para o desenvolvimento assim como a união e a solidariedade. Para tal filosofia foram criadas algumas regras que na verdade são liberdades.

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21 de outubro de 2009

Público Recorde na InfoIlhéus 2009

Nesta quarta edição da InfoIlhéus, o público presente na abertura do evento foi recorde, podendo ser contabilizada, mais de 2.500 pessoas, com sede de inovações tecnológicas, mostrando o bom aceitamento desse evento, pela população Ilheense e também de alguns outros lugares, mas esse recorde de público, deve-se ao fato também, da primeira palestra dessa edição ser com o ex-jogador de basquete Oscar Schmidt.A abertura oficial também contou com a presença do secretário municipal DCE Indústria e Comércio, Alfredo Dantas Landim (representando o prefeito Newton Lima); o presidente da Câmara de Ilhéus, Jailson Nascimento; representando o Ministério da Ciência e Tecnologia, Roberto Belisário; representando o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Ajalmar Gusmão; Paulo Roberto Guimarães e Adhivan Furtado, respectivamente, superintendentes de Indústria e de Comércio do Estado da Bahia, Max Muniz, representando a Federação das Indústrias da Bahia (Fieb), além de outras autoridades.
O Presidente do Sindicato das Indústrias de Informática de Ilhéus (Sinec), Gentil Pires, comemorou o sucesso do evento e destacou que o polo de informática ilheense não apenas criou empregos no sul da Bahia. Gentil observou que o polo foi o responsável pela criação de cursos de nível médio e superior na região voltados à área da computação, como na Uesc. E graças ao polo, Ilhéus é responsável hoje por 12% da produção nacional de computadores, segundo Gentil.

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20 de outubro de 2009

InfoIlhéus 4.0 - 2009



Começa amanhã no Hall de Exposições do Centro de Convenções de Ilhéus, na sua 4ª edição, a InfoIlhéus - A Feira de Tecnologia e Informática de Ilhéus, que acontecerá dos dias 21 a 23 de outubro de 2009. A abertura do evento desse ano, contará com a presença do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, realizando uma palestra sobre: "Obstinação". É um evento de exposição de produtos e serviços das principais indústrias do Pólo de Informática, além de algumas empresas que atuam direta ou indiretamente com o segmento. O principal objetivo desta Feira é propiciar a realização de negócios e acordos comerciais entre as empresas, favorecendo a consolidação do Pólo Industrial e a geração de empregos. A InfoIlhéus, já é um dos um dos maiores eventos na área de Informática da região Nordeste do País. Nos próximos dias, estaremos trazendo algumas fotos do evento!

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19 de outubro de 2009

A segurança da informação ao longo da história

Anos atrás, os operadores de um computador ENIAC se depararam com uma coisa curiosa. Um inseto havia ficado preso dentro da máquina e estava atrapalhando o funcionamento da mesma. Daí surgiu o termo bug (inseto) que virou sinônimo de falha. Hoje quando se descobre um erro em algum programa, se diz: “novo bug descoberto”. De lá pra cá, as coisas evoluíram muito, mas os bugs continuam a existir. Muitos deles são frutos da história do próprio programa ou sistema. O Windows por exemplo. O Windows NT foi construído a partir do zero, mas o Windows ME não. Desde o início da criação de sua primeira interface gráfica, a Microsoft vêm tendo problemas com erros graves em seu sistema operacional. Já o sistema Unix, foi criado pelos desenvolvedores da linguagem C, para ser um sistema versátil e poderoso. Para conhecer melhor sobre a história de cada sistema, leia a seção sistemas operacionais .
A Internet também têm seus problemas ligadas à história de sua origem. Desde que se chamava Arpanet e foi criada pelo exército americano para resistir à guerra fria, a rede evoluiu muito e foram criados novos serviços como E-mail, World Wide Web, Gopher, Wais e outros. Milhões de computadores se juntaram a ela e seus recursos são cada vez mais sofisticados. Mas alguns problemas bem antigos ainda prejudicam hoje. Uma falha na implementação do TCP/IP( conjunto de protocolos em que a Internet se baseia) por exemplo, possibilita que o ataque de Spoof aconteça.

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10 de outubro de 2009

A Tecnologia ADSL

ADSL é a abreviatura de Asymmetric Digital Subscriber Line.
O termo ADSL foi criado em 1989 e não se refere a nenhum tipo de linha telefônica, ADSL refere-se ao tipo de tecnologia do modem que converte o sinal padrão do fio de telefone analógico ou digital em um canal digital de alta velocidade. Os modems ADSL são chamados assimétricos porque eles transmitem dados em velocidades bem menores do que recebem. Os sistemas de transmissão de dados em modo ADSL atingem velocidades altíssimas se comparados aos sistemas de transmissão de dados que existiam há algum tempo. O modem com tecnologia ADSL permite transmissões de mais de 6 Mbps, já existem transmissões com 9 Mbps de download para qualquer assinante, e chegando à 640 kbps para upload, essas taxas ampliam a capacidade de acesso existente para um fator de 50 ou mais sem a utilização de um novo cabeamento público.
Com a aplicação da tecnologia ADSL foi possível transformar a cadeia de informação pública que já existia e que era limitada a voz, texto e gráficos de baixa resolução para um sistema de transmissão e recepção de dados muito poderoso, pois é capaz de transmitir e receber multimídia, videoconferência, enfim, qualquer tipo dados digitais para ambientes residenciais e corporativos.
O surgimento da tecnologia ADSL representa um papel muito importante na revolução da entrada em novos mercados por parte das companhias telefônicas, onde a transmissão de informação em vídeo e formatos multimídia se tornu um meio de prestação de serviços de comunicação de dados para usuários comuns. Um novo sistema de cabeamento levaria décadas para atingir todos os interessados, e o sucesso dos serviços do ADSL iria depender do alcance de todos os assinantes durante os primeiros anos de sua implementação. Atualmente disponibilizando filmes, televisão, catálogos vídeos, CD-ROMs remotos, LANs incorporadas, e a Internet nas casas e nos negócios grandes e pequenos, o ADSL torna o mercado de comunicação de dados viável e lucrativo para companhias de telefone e provedores de aplicações parecidas, é claro que os consumidores que tem necessidade de transmissão e recepção de dados, mesmo que em pequenas quantidades também ficam satisfeitos.

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