2 de novembro de 2009

A íris é a senha

A utilização do reconhecimento de íris em controles de segurança saiu do laboratório, abrir portas simplesmente olhando para um sensor óptico não é mais cena de filmes de ficção. A biometria através do reconhecimento da íris deixou os laboratórios e as telas do cinema e já começa a ocupar o mundo real para garantir a segurança de locais que tem acesso restrito.
O reconhecimento da íris não é o único sistema biométrico disponível hoje, mas então, porque essa é a mais segura? Ela é praticamente infalível e mais preciso que os outros existentes. Quando um cadastramento de íris é feito, a imagem da íris é totalmente mapeada e transformada num código, o Íris Code. Essa codificação chega a ter 400 pontos de reconhecimento, bem mais que um sistema digital dos dedos, que tem apenas 60 pontos. Tamanha precisão, garante a esse sistema de segurança, um posto de anti-fraudes. Um indivíduo que faz o cadastro do olho esquerdo deve fazer a leitura somente do olho esquerdo, caso seja lido o direito, os dados não são válidos. Pontos a serem considerados, que torna o reconhecimento de íris, um método, completamente seguro:

  • A íris é a única parte do ser humano que se forma aos seis meses de idade e nunca muda; 
  • Possui 400 pontos de identificação; 
  • A íris não pode ser modificada com cirurgia plástica; 
  • Criar uma íris falsa ou tentar utilizar um cadáver é impossível. 

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